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Aniversário

Linha do tempo: os 140 anos de Criciúma em fotos

Em meio a comemorações do aniversário da cidade, o Jornalismo Satc relembra os principais acontecimentos históricos

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06/01/2020 06:00 Stefanie Machado
Jornalismo Satc, Notícias de Criciúma e Região

O dia 6 de janeiro é sempre lembrado com carinho pelos criciumenses. Há 140 anos, chegavam os primeiros imigrantes que deram início a cidade de Criciúma. Para comemorar o aniversário do município, o Jornalismo Satc preparou uma linha do tempo relembrando os fatos que marcaram os 140 de história. Confira:

Origem Criciúma:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

O nome da cidade tem origem indígena e é derivado do capim Cresciúma, que crescia às margens do Rio que dá nome a cidade. Apenas em 1943, o nome mudou de Cresciúma para Criciúma. 

Primeira foto oficial:


Foto: Arquivo Histórico Museu Augusto Casagrande/Livro Praça Nereu Ramos: o coração de Criciúma

Em 6 de janeiro de 1880, chegaram à cidade as primeiras famílias de imigrantes, oriundos do norte da Itália. Foram aproximadamente 130 pessoas que deram início a colonização de Criciúma. A primeira foto oficial do município, de 1903, mostra o povoado contribuiu para o desenvolvimento da cidade. 

Carvão:


Primeira mina de carvão. Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

O mineral foi descoberto na cidade em 1893 por Giácomo Sonego. A partir daí o carvão começou a ser explorado e comercializado para as cidades próximas, como Jaguaruna e Laguna. 

Catedral São José:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

A igreja começou a ser construída em 1907, sendo concluída 10 anos depois. O local foi de grande importância para o fortalecimento da fé no município.  O italiano Ludovico Coccolo foi o primeiro padre residente. 

Ferrovia:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

A Estrada de Ferro foi criada em Criciúma por conta da necessidade de transporte mais eficaz para o carvão. Em 1919, a cidade recebeu a estação própria da Estrada de Ferro Tereza Cristina. 

Linha para passageiros:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

O dia 1º de janeiro de 1924 foi movimentado em Criciúma. Isso porque começou a funcionar a primeira linha de trem para passageiros. A estação se tornou ponto de encontro dos criciumenses. No final da tarde, próximo às 18 horas, as pessoas se reuniam para ver o trem passar. 

Praça Nereu Ramos:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

As primeiras ruas que ligadas a praça foram delimitadas em 1917. O local foi construído pelo então prefeito Cincinato Naspolini em 1930, com o objetivo de ser a maior praça da cidade. Os canteiros foram criados entre os traçados durante os anos seguintes. 

Primeiro time:


Mampituba Futebol Clube à direita e o adversário Urussanga à esquerda na década de 1920. Foto: Livro Praça Nereu Ramos O Coração de Criciúma.

Em 18 de maio de 1924, nascia o primeiro time de futebol da cidade, que recebeu o nome de Mampituba Futebol Clube. Naquela época era vinculado a Sociedade Recreativa Mampituba. 

Emancipação:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

No início de 1925, a emancipação de Criciúma entrou em pauta. A cidade fazia parte do distrito de Araranguá. Só novembro daquele ano que o município se tornou independente. 

Primeiro Jornal:


Foto: Site Memórias do Futebol.

No dia 1º de janeiro de 1926, entrou em circulação o primeiro jornal de Criciúma. “O Mineiro” foi fundado por Marcos Rovaris, Pedro Benedet e Frederico Minatto e tinha como redator Adolpho Campo. O jornal circulou pela última vez em março de 1927, depois de 22 publicações. 

Hospital São José:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

A primeira unidade de saúde de Criciúma foi o Hospital São José, inaugurado em 1936. O local foi construído com recursos públicos e doações da população. Foi e ainda é administrado pelas Irmãs Escolares de Nossa Senhora. 

O primeiro cinema:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

O Cine Rovaris, inaugurado em 1940, foi o primeiro cinema de Criciúma. O espaço ficava localizado na Praça Nereu Ramos. Naquela época, os filmes eram a grande paixão do brasileiro, sendo maior que o futebol. 

Carnaval Criciúma:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

A maior festa celebrada no Brasil também era popular em Criciúma. Na década de 1940, o Carnaval movimentava e trazia muita folia para a cidade. Já nos anos 50,  começaram os desfiles das escolas de samba e blocos no centro de Criciúma. 

Transporte Coletivo:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

O transporte urbano em Criciúma começou na década de 40. As linhas de ônibus operavam entre bairros como Próspera e Boa Vista. O Sistema Integrado de Transporte Coletivo (SITC) foi inaugurado pela prefeitura em 1996. Os três terminais de ônibus – Próspera, Centro e Pinheirinho – passaram a ser interligados.

Indústria:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Depois do auge da extração de carvão, a indústria se voltou para a área da cerâmica na década de 40. Até hoje, a Criciúma é conhecida como a Capital Brasileira do Carvão e do Revestimento Cerâmico. A cidade também de destaca na indústria de vestuário, metalúrgica, e mercadista.

Metropol na Europa:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Fundado em 1945, o Esporte Clube Metropol representou o time de maior destaque na cidade daquela época. O time viajou para a Europa em 1962, onde participou de 23 jogos dos quais 13 foram vitórias. 

Outros times de futebol:


Atlético Operário Esporte Clube. Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Um ano depois do Metropol, o bairro Próspera fundava o Esporte Clube Próspera, conhecido como “o time da raça”. Outros times que tiveram na cidade foram o Atlético Operário Futebol Clube, o Ouro Preto Futebol Clube e o Boa Vista Futebol Clube.

Comerciário em 1948. Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Em 1947, nascia o Comerciário Futebol Clube que mais tarde se tornou Criciúma Esporte Clube. 

Rádio:


Foto Zappelini. Livro Praça Nereu Ramos O Coração de Criciúma

A Voz de Criciúma foi fundada em 1946 por iniciativa de Hercílio Amante, José de Patta e Cláudio Schüller. Essa foi primeira emissora de rádio da cidade que dois anos depois viria a se chamar Rádio Eldorado. 

Praça do Congresso:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Devido ao Congresso Eucarístico Nacional em Criciúma no ano de 1946, o local passou a ser chamado de Praça do Congresso. Nos anos seguintes, a prefeitura instalou a arborização, parque infantil e até um lago. 

Bairro da Juventude:


Foto: Arquivo Bairro da Juventude

O Rotary Clube fundou o SCAN – Sociedade Criciumense de Auxílio aos Necessitados em 1949. Até 1975, o local funcionava como internato e era comandado pelos padres rogacionistas. Hoje, chamado de Bairro da Juventude, atende 1,5 mil crianças e adolescentes. 

Primeiro Aeroporto:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

No dia 30 de junho de 1957 era inaugurado o Aeroporto Leoberto Leal, o primeiro em Criciúma. Aproximadamente 30 mil pessoas foram até o local para assistir a chegada do primeiro avião com passageiros. 

Satc:


Foto: Arquivo Biblioteca Satc

Em 1959, foi fundada a Sociedade de Assistência aos Trabalhadores do Carvão (Satc) com o objetivo de dar auxílio aos mineiros. Em meados da década de 60, foi criada a Escola Industrial Masculina que também era um internato. 

Mineiros:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

A mineração trouxe milhares de empregos na região e promoveu o grande avanço na economia de Criciúma. A profissão trazia dificuldades e riscos para a saúde. Por conta disso, em 1960, ocorreu a maior greve dos mineiros, que buscavam melhores condições de trabalho. 

Santa Bárbara:


Vila Operária, atual bairro Santa Bárbara, ao fundo a Paróquia de mesmo nome. Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Padroeira dos mineiros, Santa Bárbara sempre esteve presente história da cidade. Em 1960, foi construída a paróquia com este nome. Além de que a cidade também tem um bairro que leva o nome de Santa Bárbara. Dia 4 de dezembro é feriado municipal em homenagem a padroeira. 

Avenida Centenário:


Avenida Centenário em 1982. Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Com a crise do carvão na década de 70, a cidade procurava outra forma de movimentar a economia. Os trilhos do trem deram lugar ao asfalto que hoje é a Avenida Centenário. Os 7,5 mil quilômetros foram inaugurados parcialmente em janeiro de 1976.

Enchente de 1974:


Rua 6 de Janeiro, centro da cidade. Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Em março de 1974, o centro de Criciúma foi tomado pelas águas da maior enchente já registrada na cidade. O acontecimento deixou mortos, pessoas desabrigadas e prejuízos que levaram anos para recuperar. 

28º GAC:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Nos tempos de Brasil Imperial, precisamente em 1831, foi criado a primeira Unidade de Artilharia de Campanha do Exército Brasileiro. Após passar por várias cidades, o 28º GAC foi transferido para Criciúma em 1977. Dez anos depois, recebeu o nome de Grupo Severiano Martins da Fonseca. 

Museu Augusto Casagrande:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

O espaço onde funciona o Museu Histórico Augusto Casagrande foi construído em 1920. O prédio conhecido como “casarão” foi doado pela família Casagrande em 1978, tornando-se museu dois anos depois. Em 2003, foi decretado o tombamento. 

Chegada da TV:


Foto: Arquivo RBS TV

Em 1978, nasce a televisão em Criciúma por iniciativa do radialista Antônio Luiz. Em outubro daquele ano, a TV Eldorado exibia a grade de programação pela primeira vez. A primeira transmissão ao vivo ocorreu em 1981. O jornalista Adelor Lessa trazia uma notícia que abalou a cidade – a morte do empresário e proprietário da RCE, Diomício Freitas. 

Paço Municipal:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Inaugurado em 1981 em comemoração ao centenário da cidade, o Paço Municipal Marcos Rovaris é o local onde abriga a prefeitura de Criciúma. Depois dos incêndios em 2015, o espaço passou por reformas. Foi reinaugurado em 2018. 

Shopping:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Em 1984, a cidade se preparava para receber o primeiro shopping da região sul do estado e o segundo em Santa Catarina. A expectativa para a inauguração do Shopping Della Giustina foi alta. Apesar das diversas lojas disponíveis, a grande atração foram as escadas rolantes. 

Quermesse:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Uma das tradições mais marcantes da história de Criciúma começou em 1989. A Quermesse, hoje chamada de Festa das Etnias, tinha como intuito reunir as etnias que colonizaram a cidade. Comidas típicas, apresentações culturais e danças folclóricas também fazia parte da festa. 

Mina Modelo:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

A única mina de carvão que pode ser visitada no país é a Mina de Visitação Octávio Fontana, também chamada de Mina Modelo. O lugar encerrou as atividades na década de 90, no entanto, anos depois a prefeitura decidiu que poderia se tornar um ponto turístico da cidade.

Maior conquista do futebol catarinense:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Por dois anos seguidos, 1989 e 1990, o Criciúma Esporte Clube foi campeão catarinense. Isso garantiu a vaga do time na Copa do Brasil. Depois de eliminar grandes times, o Tigre foi campeão da Copa do Brasil em 1991. 

O eclipse em Criciúma:


Foto: RCE – TV Eldorado

Os olhos do mundo todo se voltaram para Criciúma em novembro de 1994. Exatamente às 10h45, a lua cobriu o sol e o dia virou noite. Em consequência do fato, cientistas de vários países vieram para observar o eclipse solar.  

Centro Cultural Jorge Zanatta:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

O casarão Pedro Benedet deu origem ao Centro Cultural Jorge Zanatta em 1996. Além disso, a Fundação Cultural de Criciúma funcionou no espaço de 1993 a 2013, sendo que voltou para o local em 2018, depois de reformas. 

Fogo na prefeitura:


Foto: Filipe Zappelini/Engeplus

Em maio de 2015, a sede da prefeitura municipal de Criciúma pegou fogo. Em menos de 15 dias, outro incêndio atingiu o local. Posteriomente, o Paço Municipal Marcos Rovaris foi reconstruído e reinaugurado durante uma cerimônia no aniversário da cidade em 2018.

Parque das Nações:


Foto: Arquivo Histórico Pedro Milanez

Para homenagear todas as sete etnias que colonizaram Criciúma, foi inaugurado o Parque das Nações Cincinato Naspolini em 2011. Um dos destaques do local é a réplica da Estrada de Ferro Dona Tereza Cristina, chamada de “Teresinha”. 


Foto: Arquivo DECOM

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