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Espinhas

Acne na juventude: como evitar?

Cerca de 85% dos jovens sofrem com o problema

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21/05/2020 18:24 Larissa Witt
Jornalismo Satc, Notícias de Criciúma e Região
Foto: Divulgação/Banco de Imagens

A adolescência já é um período difícil por si só, mas quando é acompanhada de cravos e espinhas no rosto e no corpo, torna-se uma fase ainda mais desafiadora. De acordo com um artigo publicado pela PUC/PR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná), a acne tende a atingir mais homens do que mulheres no período da adolescência. O aparecimento depende de diversos fatores desencadeantes como genética, estresse ou sudorese excessiva.

Quando não monitorada, a alimentação também pode agravar o quadro de acne em alguns pacientes. Alimentos com presença de óleo, frituras ou ricos em açúcar e gordura como chocolate, carnes gordurosas, embutidos, fast food, biscoitos, doces, leite e derivados são alguns na lista dos que contribuem para o surgimento de espinhas. Sempre que possível, devem ser evitados para quem sofre com o problema.

Em alguns casos mais graves a acne pode causar transtornos como isolamento social, ansiedade e depressão, porque afeta diretamente a autoestima dos adolescentes. A estudante de 15 anos, Maria Eduarda Machado, conta que desde os 10 sofre com as espinhas. Sem saber como cuidar e com a autoestima baixa, buscou a ajuda.

“Mesmo com um grau avançado para a idade que eu tinha, consegui reverter sem medicação, com ajuda de uma esteticista. Tive um resultado muito bom com limpeza de pele na esteticista, protetor solar e alguns produtos que tinham que ser aplicados todos os dias de manhã e à noite”, explica.

Conheça os graus de acordo com a Sociedade Brasileira de Dermatologia:

Acne Grau I: apenas cravos, sem lesões inflamatórias (espinhas).

Acne Grau II: cravos e espinhas pequenas, com pequenas lesões inflamadas e pontos amarelos de pus (pústulas).

Acne Grau III: cravos, espinhas pequenas e lesões maiores, mais profundas, dolorosas, avermelhadas e bem inflamadas (cistos).

Acne Grau IV: cravos, espinhas pequenas e grandes lesões císticas, múltiplos abscessos interconectados e cicatrizes irregulares resultando em deformidade da área afetada (acne conglobata).

A proprietária e Estetacosmetóloga Jéssica Bonelli, da Clínica Bonelli de Criciúma, afirma que é imprescindível fazer o acompanhamento médico quando se trata de um quadro de acne com grau mais elevado. Principalmente acima do terceiro grau, quando não é mais possível reverter somente com procedimentos estéticos.

“Em alguns casos é ideal que o paciente tome antibiótico, anti-inflamatório ou até mesmo Roacutan, que somente um dermatologista pode prescrever. É necessário descobrir o que está desencadeando a acne. Se for um desequilíbrio hormonal, talvez o paciente seja encaminhado para um ginecologista ou endocrinologista, então é um tratamento multidisciplinar”, esclarece.

A profissional sugere alguns cuidados que podem evitar o surgimento de novas espinhas ou a piora no quadro atual:

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