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Comércio

“O cenário é muito desafiador para os lojistas”, diz presidente da CDL

Ainda é necessário que o comerciante reveja seu negócio e procure seu lugar no mercado

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23/05/2020 11:05 Ingrid Varela
Destaques Crici. Reg., Jornalismo Satc, Notícias de Criciúma e Região

Reinventar, rever seu negócio e, mais do que nunca, conhecer seu cliente. Essas foram as palavras da presidente da Câmara de Dirigentes e Lojistas (CDL) de Criciúma, Andrea Salavággio. Tendo suas portas fechadas por quase três semanas, agora é o momento de recuperar o tempo perdido. Segundo ela, apesar dos tempos difíceis, o momento para o comércio está melhor do que era esperado. 

O Dia das Mães sempre é uma data esperada pelos lojistas de um modo geral, e esse ano não foi diferente. “Depositamos nossas esperanças nesse feriado, porque estávamos vindo de três semanas de portas fechadas e foi bem positivo. É claro que a meta não era vender mais ou até o mesmo que no ano passado. Vendendo 70% do que foi vendido em 2019 já é considerado positivo”, afirmou Andrea. 

Em meados de 2019 a previsão para 2020 para o comércio era, de longe, positiva. O comércio vinha de alguns anos onde a situação não era muito favorável, mas 2020 estava chegando para mudar algumas coisas. A pandemia que assolou o mundo veio para jogar por terra essa projeção.

A presidente da CDL ainda defende o retorno do transporte coletivo, o quanto antes. “Tentamos uma implantação de ônibus fretado para transportar funcionários do comércio, mas não teve êxito. O retorno é importante para, pelo menos, a sensação de que algumas coisas estão voltando ao normal”, salientou Andrea.

Prejuízos e inseguranças

Todas as principais campanhas foram canceladas por conta da pandemia. “Ações maiores são um alto investimento e causam mais aglomeração. Não podemos colocar todos em risco e um investimento desse porte precisa ter um retorno, e agora estamos com a insegurança se vamos nos manter abertos, não dá pra arriscar”, destacou a presidente.

A CDL cancelou todas as campanhas e os shoppings da cidade também seguiram o mesmo caminho. Para Andrea é importante lembrar que não depende só do lojista a recuperação. “Essa é a nossa nova realidade e, de verdade, não sabemos até quando vamos continuar assim, talvez por muito tempo. Precisamos nos adaptar”, enfatizou. De acordo a CDL, há uma média de 2 funcionários demitidos por loja em comércios na região central.

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