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Livros

Desde a infância, o incentivo à leitura

Amantes da literatura contam sobre a paixão por livros e como otimizam o tempo para incluir o hábito no dia a dia

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27/06/2020 09:10 Larissa Witt
Destaques Crici. Reg., Jornalismo Satc, Notícias de Criciúma e Região
Foto: Jatene Macedo

Viajar para mundos paralelos, aprimorar o vocabulário e adquirir novos conhecimentos. Estas são apenas três, das inúmeras experiências que a leitura proporciona. Há quem se encontre nas biografias, outros em romances, alguns em ficção, e assim por diante. Os gêneros são vários, mas a paixão é uma só.

Incentivadas desde a infância à lerem, Cláudia, Ingrid e Beatriz não ficam longe das histórias em papel. As três mulheres não possuem nenhum vínculo, mas são unidas por um motivo em comum: o gosto pela leitura.

Cláudia Nandi Formentin é jornalista, e como ela mesma se autodenomina, é professora e mãe que acredita no poder da leitura. No perfil do Instagram e no blog Leio Enleio, compartilha resenhas e conteúdos a respeito das inúmeras histórias já lidas. Eu acredito muito que a leitura tem o poder de levar a gente para lugares que não temos acesso. A possibilidade de ir à esses lugares, além de aguçar a nossa imaginação, possibilita de nos encontrarmos com outros seres humanos, outras vivências e personagens, mesmo que fictícios”, conta.

Quando questionada a respeito do momento em que surgiu o desejo da leitura, ela explica que não lembra de não ler. “Quando eu não era alfabetizada e não lia, eu lembro de livros. Meus pais contavam muitas histórias para mim, e quando eu me alfabetizei foi uma paixão. Lembro que “O Menino Maluquinho” foi o meu primeiro título. Desde então eu sempre li, sempre tive carteirinha da biblioteca e toda noite tinha leitura”, revela.

“Uma das minhas primeiras lembranças com livros é de ir na Biblioteca Municipal com a minha tia. Ela ficava lendo para mim até que eu tinha idade para poder ler sozinha. Sempre foi um hobby meu, sempre amei literatura e sempre gostei muito de ler”, relata a produtora da Rádio Eldorado, Ingrid Varela. Para ela, o incentivo também foi forte desde muito nova. Ela cresceu no meio de professores e educadores, fator que contribuiu para isso. 

Ingrid participa de um desafio chamado “52 livros, 52 semanas”, que consiste na leitura de 52 títulos diferentes no período citado. “É possível ir adaptando o desafio para abranger outros conhecimentos e sair da zona de conforto. Neste ano, todo mês eu estou lendo uma nacionalidade diferente. Tem sido bem legal, mas desafiador. No mês de junho, por exemplo, estou lendo apenas autores alemães, que a leitura é bem diferente, mas muito interessante”, afirma.

Para a jornalista, radialista e assessora de imprensa Beatriz Formanski, não foi diferente. A leitura está presente em sua rotina desde a infância e adolescência, os gostos só foram se adaptando ao longo do tempo. “Eu gosto de ler prosas, novelas, romances, reportagens e narrativas jornalísticas, mas os clássicos lideram o meu ranking de gênero preferido”, diz. 

“Não tenho tempo para ler”

Para as três personagens, a falta de tempo não é uma desculpa. “É só uma questão de organização. Para qualquer rotina é necessário otimizar o tempo. Antes eu tinha os três turnos cheios, mas isso deixou de ser uma desculpa para mim. Pode ser 20 ou 30 minutos, que não é quase nada comparado ao tempo que mexemos no celular, assistimos filmes ou simplesmente não fazemos nada. Não é difícil”, conta Ingrid. Ela ressalta o quanto outras atividades consomem horas no dia a dia que poderiam estar sendo utilizadas para leitura.

Cláudia também tem o hábito diário de ler, mas diferente de Ingrid, ela se organiza pela quantidade de páginas por dia. Além disso, revela que sempre que possível, aproveita os curtos períodos livres do dia para adquirir novos conhecimentos. “Sempre tenho livros perto de mim, por isso leio vários ao mesmo tempo. Se eu vou no dentista, no banco ou em algum comércio e demoro a ser atendida, uso o tempo pra ler, porque deixo alguns títulos na bolsa. Às vezes sobra um tempinho e a gente tende a mexer no celular, por isso carrego livros comigo”, conta. 

Beatriz aproveita os mesmos períodos para ler, mas ressalta que é preciso ter cuidado com as cobranças em excesso. “Eu gosto da leitura como um refúgio, uma atividade de relaxamento que eu me sinto bem. Acredito que ler, além de ser um hábito, é também um hobby, algo que me dá prazer. A partir do momento que vira uma obrigação, eu perco o prazer”, explica.

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