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Saúde mental

Angústia e depressão: novas rotinas na pandemia e a busca de apoio

Psicóloga ressalta cuidados que pais e famílias devem ter com os adolescentes

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19/11/2020 17:29 Sandy Brasil
Destaques Crici. Reg., Jornalismo Satc, Notícias de Criciúma e Região

Em momentos de adversidade é que as pessoas conseguem encontrar forças e superar problemas. Lidar com a pandemia, o isolamento social, medo da doença e até a reclusão, para alguns, pode ser algo muito delicado. Saber lidar com essas angústias e estar atento às pessoas que amamos é algo fundamental.  A psicóloga da Satc Michelle Nunes da Silveira, deixa algumas lições para os momentos difíceis de estar em casa na pandemia. “Aquilo que nos irrita nos ensina a ter paciência. O medo ele nos ensina a controlar e superar. A raiva nos ensina a ter compaixão. Temos que cair para aprender a levantar e devemos exercitar a fé”, ponderou.

Quem ficou ou ainda está mais em casa voltou a olhar para suas realidades. “Embora o ficar em casa trouxe insatisfação, também revelou dificuldades emocionais e problemas maiores. O momento presente é para crescer”, declarou a psicóloga.

Saber lidar com problemas e aprender a encontrar saídas pode ajudar a ‘não pirar’. Foi isso que fez o jovem Andre Fortuna Patrício, 21 anos. “O que me ajudou bastante foi limpar meu quarto e fazer exercícios, pois assim eu mantinha a organização do meu espaço e isso foi me deixando melhor durante a pandemia”.

O olhar para os jovens deve ser ainda mais atento. Na fase de pré-adolescência e adolescência os pais acham que eles são mais independentes e não precisam de cuidados. “Dos 13 aos 17 anos eles precisam de cuidados e não de presentes”, enfatizou a psicóloga. “O olhar mais cuidados para desenvolver as habilidades humanas”, ponderou.

A música é uma opção para acalentar os corações. O cantor Zant que reside em Criciúma traz em suas músicas temas como tristeza e angústia. “Mesmo sabendo que não alcanço números altos, mas se cinco pessoas me chamam e falam que faz diferença na vida dela, são cinco vidas”, revelou o músico.

Ele também traz a experiência de quem encontrou na música uma forma de encontrar equilíbrio. “Tenho meus momentos que estou para baixo e a música me ajuda nesse sentido de pôr para fora o que sinto, falar sobre é difícil e ainda mais difícil colocar nas letras, não é romantismo pois se algo não é divulgado não é visto, não dizer que existe”.

A psicóloga reforça que é importante aprender a respeitar as diferenças e também o momento de cada um. “O tempo, os limites, as história que faz parte da nossa trajetória, nossa família seja ela como for, devemos descansar e respeitar todas as ideias e valores”, lembrou Michelle.

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